Cinderelas Literárias

Mulheres espalhadas pelo Brasil, que amam livros principalmente…

San Andrés: PASSEIOS – COMPLETO

Por Débora.

O que fazer em San Andrés?

Tem muitas praias lindas, paradisíacas, perfeitas…

… e tem também uma zona franca livre de impostos. Isso mesmo, a ilha é uma Duty free. Quem tiver dinheiro sobrando, “se joga”. Quem não tiver, faz como eu: cheira todos os perfumes, passa os que mais gostar, vê a coleção nova da MAC, olha o preço e…. compra um, porque ninguém é de ferro!

Sério, muito sério isso! Nas principais avenidas só tem lojas com produtos importados, e muitas, mas muitas lojas de perfumes. Elas estão concentradas na Zona Comercial y Hotelera, na Punta Norte. Esteja muito atento aos horários que elas funcionam pra você não programar seu dia errado. De manhã abrem às 9 horas, fecham 12 horas para o almoço, retornam entre 15:00 – 15:30 horas e fecham às 20 horas. Na ilha faz muuuiiiito calor, então, entrar em algumas lojas traz um certo alívio, uma refrescância, se é que me entendem.

San Andrés tem 26 km2, então não dá pra passear à pé, mas você tem várias opções por lá para se locomover. Na avenida costeira tem muitos locais para se rentar (alugar) um veículo, daí você escolhe: carrinho de golfe, moto ou carro. Os preços também são variados: 70.000 pesos a moto, com abastecimento por sua conta, 90.000 pesos o carro de golfe, com tanque cheio (mas pela aceleração que ia, podia ser bem à pilha) e o carro… vou ficar devendo pra vocês, porque o bom mesmo é ir no carrinho de golfe, mesmo que pareça ser à pilha. Ele é ventilado, tem espaço pra você tirar foto em todos os ângulos, é econômico além de caber em qualquer lugar, sem contar que é divertido, parece um carrinho de bate-bate.

Então, nosso 1 PASSEIO: CONHECER A ILHA

Como eu disse no primeiro post, num dos lados da ilha não tem praia, este é o lado leste, que pode não ter areia, mas tem lindos locais onde se pode tomar banho, fazer snorkel e mergulho com cilindro. Durante o percurso que fizemos vimos várias passarelas que ligam à estrada à água. É quase como um local totalmente particular, porque em muitos deles não haviam ninguém, lógico que não haviam bares ou restaurantes próximos, talvez por isso não houvessem pessoas por lá, mas se eu tivesse lido um post como esse, teria preparado meu kit farofa (isopor, bebidas e lanches) e teria ficado lá, só de bubuia (ficar relaxado na água, sem se mexer, flutuando, boiando).

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1 Parada: Museo Casa Isleña

Neste museu estão preservadas algumas casas que foram construídas logo no início da ocupação da ilha, tem casas mais simples e outras grandes, bem bonitas, com o preço de entrada de 15.000 pesos você pode entrar nas casas, ver os utensílios domésticos e móveis. Nós não entramos porque nosso carro era muito lerdo e ficamos com medo de não conseguirmos dar a volta na ilha em tempo de devolvê-lo, sem contar que museus não são exatamente nosso forte.

 

2 Parada: La Cueva de Morgan

La cueva de quem? Ou melhor, la o que? Cova? Espera, eu explico, lógico que dei uma googlada pra passar mais informações pra vocês. Então vamos lá, Henry Morgan, nascido em 1688, era um corsário galês, que saqueou muitas colônias espanholas e grande parte do Caribe, mas ficou mais conhecido por literalmente destruir a cidade do Panamá em 1671, lógico que ele não fez isso sozinho, estava aliado a outro pirata e juntos tinham uma frota com mais 13 navios e 1150 homens. Morgan então acumulou grande riqueza e resolveu escondê-la numa caverna (cueva) em San Andrés, mas até hoje ninguém achou seu ouro.  Em 1674 foi nomeado Tenente Governador da Jamaica e ficou encarregado de proteger aquela região, onde veio  a falecer.

O filme The Black Swan (O cisne negro) de 1942, foi baseado na vida de Henri Morgan, quando era Tenente Governador da Jamaica.

Nós gostaríamos de ter entrado na cueva do Morgan, que parece ser uma pequena aventura, já que a caverna chega num ponto onde para continuar se deve nadar, e o local é tão de difícil acesso que somente os mais experientes da região podem fazê-lo (Informações colhidas do site colombia.com),  mas como já dissemos lá em cima, tínhamos o tempo contra nós.

3 Parada: Las Piscinitas

Las piscinitas é como se fosse uma piscina onde se pode tomar banho com os peixes, localizado na parte leste da ilha (onde não tem praia). Encontramos duas piscinitas nesta área, a primeira delas é a West View, com tobogã, restaurante e muita gente, num lugar pequeno. Bem, eu não gosto de muito furdunçu em local pequeno, então pedi pra entrar pra ver o local porque a entrada é paga, 4.000 pesos, tirei poucas fotos (porque é proibido entrar só pra fazer isso) e fomos embora. Pouco mais à frente encontramos “la verdadera piscinita”, também com entrada a 4.000 pesos, incluso algumas fatias de pães para atrair os peixes. Lá estava bem tranquilo, com um restaurante epoucos turistas. A responsável pelo local disse que lá haviam poucas pessoas porque só entrava turista, os residentes não eram permitidos, motivo pelo qual West View estaria lotado. Adoramos o lugar, mergulhamos com os peixes, os pães foram praticamente furtados de cima da mesa por galinhas que estavam por lá, mas sobrou o suficiente para atrair os peixes e fazermos algumas fotos legais dentro d’água. Lá havia snorkel para alugar a 20.000 pesos por unidade, acabamos não usando porque ficamos pouco no lugar, já que tinhamos muito da ilha à percorrer ainda.

San Andrés: Las Piscinitas – Fotos

4 Parada: Hoyo Soplador

O hoyo soplador é um buraco que recebe água das ondas do mar e espirra alguns metros acima da superfície, infelizmente soubemos que o mar há alguns meses estava calmo e por isso não estava soplando nada. Os residentes que lá estavam disseram que o evento ocorre somente durante três semanas à um mês ao ano, não tendo uma data específica para nos dar. Mas para não deixá-los sem ver o hoyo soplador em ação, conseguimos uma fotinha.

As fotos desse passeio estão reunidas numa única postagem cujo link está no ítem 3. Jonny Cay

5 Parada: Rocky Cay

Sabe aquelas ilhotas que desenhamos quando somos crianças? Com um banco de areia encimado por poucos coqueiros, ou talvez somente um? Então, é quase igual a Rocky Cay. Ela fica distante poucos metros e você pode sair da costa e acaminhar até ela, com aágua pela cintura, porém é necessário a utilização de sapatos específicos, por conta das pedras que tem no fundo. Como não tínhamos o tal sapato, resolvemos continuar nossa exploração, mas na vizinhança havia onde comprar.

E esta foi a última parada do nosso passeio pela ilha, ops, não exatamente a ultima parada, mas depois daí, a estrada leva à parte urbanizada da ilha, depois ao centro e à punta norte, onde tem as praias mais lindas da ilha, cercadas de hotéis, onde finalizamos nosso passeio tomando uma bebidinha pra esfriar a moleira, afinal, passamos o dia todo sob o sol.

As fotos desse passeio estão reunidas numa única postagem cujo link está no ítem 3. Jonny Cay

2 Passeio: Cayo Bolivar

20151022_084408Veja bem, Cayo Bolivar é a ilha mais afastada de San Andrés, 40 min de viagem de barco com dois motores de 150 da Honda, não entendeu? Tá, estávamos a uma velocidade aproximada de 60km/h, numa superfície que se movia, formava ondas, ondas enormes. Já deu pra perceber que foi tenso? Sim foi, mas foi divertido também. Em alguns momentos saíamos de uma grande onda e sentíamos um voo livre, até atingir outra crista de onda, pense num frio que dava na barriga! E a galera as vezes gritava junto, noutras ficava caladinha. Me lembrei de quando fomos à praia de Cumbuco passear nas dunas e o bugueiro perguntou: com emoção ou sem emoção? O fii de rapariga do timoneiro não nos fez essa pergunta! Mas voltando à parte que interessa, o passeio custa 150.000 pesos por pessoa, sai à 08:30 horas do Muelle Portofino (porto Portofino), e agora quero falar muito sério com você: USE SEMPRE OS SERVIÇOS DO MUELLE PORTOFINO, sua segurança em primeiro lugar! Mais à frente você vai entender porque estou enfatizando isso.

Queridos leitores, Cayo Bolivar vale muito a pena, é perfeito. Gostamos de fazer viagens para onde tenha praia e essa foi a mais perfeita que já vimos. As cores do mar, da areia e a paz, faz valer a pena a viagem de barco.

A empresa de turismo, Portofino, ficou responsável de prover a alimentação (peixe ou frango frito) e as bebidas (sucos, refrigerantes, água e cerveja), além das tendas para nos prover sombras. Tudo isso estava incluso no valor do passeio.

A ilha é estreita e comprida, de um lado, onde aportamos, fica a faixa de areia e do outro ficam as rochas e corais. Munidos de nossos apetrechos recém-comprados: snorkel e sapatos, fomos para o outro lado da ilha, onde ficam los tiburones, achou parecido com outra palavra? Pois é, nadamos com os tubarõs, mas como não somos as pessoas mais loucas do mundo, primeiro deixamos o guia entrar na água, que com um pedaço de peixe na mão, fez os tubarõs se aproximarem dele, que os alimentou e os tocou, depois disso entramos na água, afinal os bichos já tinham se alimentado, rsss, mas o guia nos assegurou que eles só se alimentam de outros peixes mesmo. E a experiência foi incrível, haviam outo tubarões, o maior devia medir quase 2 metros de cumprimento e ficamos alí por um tempo, até uma turma maior chegar. Fomos então andando pela pequena faixa de areia em direção ao final da ilha, lá vimos um abrigo, que acreditamos ser de uma família que vive na ilha, mas não havia ninguém lá. Retornamos e fomos atrás dos peixinhos que poderiam estar nos recifes.

Enquanto desbravávamos a ilha e o fundo do mar, a equipe do Portofino preparava o almoço, que estava muito bom. E o que você faz numa ilha paradisíaca, depois de encher a pança? Nós procuramos uma sombra e fomos tirar um cochilo, depois passamos a tarde dentro do mar, só curtindo o balanço das ondas. Outro detalhe importante: passe muito protetor solar, ou faça como nós, compre uma blusa de manga longa com proteção UV. Nós compramos as nossas pelo site da uvline.com.br.

Às 16:00 os guias começaram a preparar nossa partida e voltamos para o alto mar. O interessante é que não teve tanta emoção como na ida, fiquei até um pouco decepcionada.

 

3 Passeio: Johnny Cay

Distante da punta norte 10 minutos de barco, esse foi de longe o passeio que menos aproveitamos. Isso porque não seguimos aquele ditado: não troque o certo pelo atalho duvidoso. Estavamos nos dirigindo ao Muelle Portofino quando fomos abordados por uma agente de vendas de passeios, que nos convenceu a ir ao porto ao lado daquele, por um preço um tiquito menor (tão irrisório que nem lembro o quanto), o dono do barco se chamava Willian, que após vender todos os assentos disponíveis, mandou seus funcionários nos levarem. A viagem foi curtinha, chegando na ilha o barco encostou na areia, só que as ondas estavam fortes, a proa do barco subiu e a popa baixou muito, de forma que as ondas estavam entrando direto pra dentro dele. Estávamos sendados na última fileira, próximos ao piloto, que acelerava pro barco não desencostar da ilha. A descida das pessoas era lenta porque o barco era alto e tinha que pular de uma altura de quase 1 metro pra descer dele, então era em fila indiana mesmo. Ocorre que nem tinham descido 2/3 das pessoas quando o piloto resolveu que ou ele saía daquela situação ou o barco ia afundar. Neste momento todos ainda estavam em relativa calma, afinal, estavamos em terra firme, se o barco afundasse era só dar três braçadas e estaríamos com o pé na areia, mas aí, o barco voltou pra alto mar, com um isleño tirando a água com um balde de vinte litros e nós todos ali dentro, apreensivos. Alguns barcos se aproximaram, vazios, oferecendo ajuda, mas o piloto disse que não precisava, estava só dando um tempo pro motor tirar a água que restava. Depois de 10 minutos retornamos à ilha, e tentando ser mais rápidos todos descemos agora pelos dois lados do barco, já que funcionários de outras empresas se aproximaram e nos ajudaram a descer. Pois eis que quando meu pezinho toca na areia, eu surto e começo a chorar, meu corpo se tremia todinho e o maridão, ao invés de me acalmar, ficou mais interessado em me perguntar porque eu estava chorando, aí que eu chorava mais. Vejam só, estavamos de colete o tempo todo, quando nos afastamos da ilha foi por no máximo 20 metros, haviam barcos ancorados à distância e mil outros iam e vinham, nunca realmente estivemos em risco de morte, nem de engolir míseros goles da água salgada do caribe, eu sabia disso, já tinha analisado isso enquanto estavamos naquela situação, mas meu cérebro de repente pifou, vou fazer o quê?! Preciso dizer que isso estragou nosso dia? Ele não foi todo desperdiçado, pois depois de algumas horas, ficamos mais dispostos, tomamos banho no mar, almoçamos, e aproveitamos a sombra da tenda que pagamos até chegar a hora de ir embora, lá pelas 17 horas. Aí você pensa: outro suplício! Bem, foi tudo tranquilo, apesar da chuva rápida que nos pegou enquanto esperávamos o barco chegar.

Se eu recomendo o passeio?! Lógico que sim, mas por favor, VÁ PELA EMPRESA PORTOFINO!!!!! Pelo que percebemos, é a única empresa profissional de lá, indicada por todos os hotéis fodásticos que tem por lá.

Eu só levantei minha bunda da cadeira pra dar alguns mergulhos, mas o Leo deu a volta na ilha e tirou algumas fotos, viu até umas iguanas enormes por lá, mas elas fugiram quando saiu o flash. Iguanas antipáticas, devem ser estrelas de cinema!

Em uma visaõ geral, a ilha é linda, bem pequena também, em 7 minutos você dá a volta nela, que tem uma parte tomada de pedras, mas achei que tinha muita gente, não nos sentimos seguros em mergulharmos os dois e deixarmos nossas câmeras e bolsas sozinhos, apesar de que o Leo perdeu a carteira assim que lá chegamos e lhe foi devolvida sem faltar nenhuma moneda.

Fiquei tão emocionada ao escrever esse relato que esqueci de informar o preço do passeio: 13.000 pesos e segundo minhas anotações, no Portofino custava 15.000. Ô economia mais furada da gota serena!

San Andrés: Hoyo Soplador, Rocky Cay e Johnny Cay

4 Passeio: Haynes Cay, Aguário, Manglares e Mantarayas

Tínhamos acabado de mudar de hotel, estávamos agora no Casablanca e perguntamos à recepcionista se ela sabia se à tarde tinha algum passeio. Ela prontamente ligou para uma empresa de turismo e nos disse que uma agente estaria lá em 30 minutos para nos informar sobre isso. Daí eu te pergunto: pra que empresa ela ligou? Portofino, lógico! O que eu disse antes?

Nós já tínhamos visto fotos de pessoas nadando com arrais e era o que queríamos fazer, pois quem nada com tubarões não pode ter medo de arraias.

20151025_153752Pagamos para a agente de turismo 75.000 pesos (preço por casal) e às 16 horas estávamos saindo do Muelle Portofino em direção às mantarayas (arraias, pra quem ainda não pegou a dica), numa lancha e eu vou te dizer, San Andrés foi uma criação num dia que Deus estava muito inspirado. Lembra que no primeiro post eu escrevi que o arquipélago de San Andres era cercado por recifez que faziam suas águas serem calmas? Então, numa velocidade pouco superior ao nosso carrinho de golfe, saímos em direção ao sul da ilha. A água era tão límpida que viamos o fundo, quando a profundidade era maior que três metros ficava um azul profundo, e ia clareando conforme ficava mais raso, víamos as algas, víamos a areia límpida, que transformava a água num verde claro, víamos estrelas do mar…

20151025_153820pois é, nosso guia estava tentando avistar as mantarayas, pois isso estávamos sempre em busca das partes mais claras do mar, quando de repente ele avistou uma estrela do mar bem laranjada. Nós descemos, tiramos foto e fomos dar uma volta pelos Manglares.

 

DSCN9492

Entrada do Manglar

Os Manglares, são os mangues, onde os nativos pescam os caranguejos, e por ter as águas bem calmas e mais frias, também tem muitos peixes. O cheiro não é lá muito agradável, mas o local é bem bonito. Como lá não tinha o que ser feito, logo nos afastamos.

 

Paramos num local com uma profundidade maior, mas que ainda podíamos ver o fundo e fomos apresentados a vários cardumes de peixes. Lindo, perfeito, tentei em vão pegar algum peixe com as mãos, mas pense nuns bichinhos ligeiros! Nossos guias nos amarraram pela cintura aos coletes, soltaram uma corda e pediram para que não nos afastassemos dela. Daí ele ia de um em um entregando alimentos para jogarmos aos peixes e facilitar nossas tentativas de fotografá-los. Só que por conta do colete não conseguíamos afundar, até que nos livramos deles e conseguimos algumas fotos boas.

Partimos, então, rumo oeste, e numa ‘piscina’ encontramos as arraias. Eram tantas que tínhamos que olhar onde estavamos pisando para não arrumarmos briga com elas. Os guias as pegavam para que pudessemos pegá-las e tirarmos fotos delas ou com elas. Quando estavamos quase saindo, uma equipe de cientistas chegou e começou a fazer mediçoes nelas e de repente apareceu uma maior que o chapéu do Ligeirinho (se você não nasceu nos anos 80, não vai saber quem ele é), tinha quase 1 metro de largura. Nosso guia a segurou sobre minha cabeça pra eu tirar uma foto e a deixou escorregar pelas minhas costas, só não gritei porque não sou de dar escândalos, mas que foi uma sensação esquisita, isso foi!

Depois de estarmos com os cartões de memórias mais cheios, fomos para o Acuario, que é ligado à Haynes Cay. Vou ser sincera, não tínhamos tido vontade de ir para o Acuario porque sempre o vimos lotado, e quando eu digo lotado, é lotado mesmo, tipo aquele busão de meio dia, que você não pode perder porque o próximo só vai chegar depois de trinta minutos e que pra entrar alguém vai ter que “encoxar” alguém. Pois bem, mas, como chegamos lá às 17 horas o local já estava bem tranquilo.

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Vista de Haynes Cay e o Acuario e ainda um navio afundado

O Acuario é outra ilha, que como todas as outras que vimos, tem um lado formado de pedras e o outro de praia. Tem três quiosques, bem deteriorados já, sendo que um deles só vende bebidas. Caminhando para a ponta dessa ilha, com água na altura da coxa pra baixo, pode-se encontrar arraias também, e peixes diversos.

Haynes Cay é distante alguns metros do Acuario, não fomos até lá, preferimos ficar aproveitando a quietude e a água morna do mar, olhando o pôr do sol, mas avistamos um restaurante, fechado, e muitos coqueiros.

Às 18 horas retornamos. Não sei se este passeio normalmente passa por todos estes locais, pois há um valor específico para se visitar o Acuario, mas como éramos somente seis pessoas, o que tornava tudo mais fácil de ser feito e por conseguinte, mais rápido, o guia deve tê-lo incluído afim de completar a duração anunciada.

Recomendo muito esse passeio, ele foi relaxante, principalmente por conta do horário com sol mais ameno.

Então é isso pessoal, estes foram os passeios que fizemos e recomendamos. Caso vocês fiquem por lá mais tempo que nós, indico entrarem na Cueva de Morgan, descubram a Laguna, que fica bem no meio da ilha, caminhem até Rocky Cay e mergulhem com cilindro.

 

O próximo post será sobre restaurantes.

 

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5 comentários em “San Andrés: PASSEIOS – COMPLETO

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