Cinderelas Literárias

Mulheres espalhadas pelo Brasil, que amam livros principalmente…

Quatro livros que marcaram minha vida…

Por Patrícia.

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Em algum momento, todo leitor voraz se faz essa pergunta… confesso que escolher apenas quatro livros é uma missão impossível, por este motivo vou falar a princípio de quatro livros da literatura estrangeira que marcaram o meu ingresso-transição como leitora no universo adulto.

É interessante lembrar que, paralelamente, no universo escolar,  eu estava lendo obras infanto-juvenis (lembrando carinhosamente da Coleção Vagalume aqui…) o que foi uma diferença considerável, mas que acredito ter moldado meu gosto eclético pois não escolho livro por gênero ou faixa etária; o que me conquista é o elo que o autor cria com seu leitor partilhando seu modo de ver e interpretar o mundo.

O primeiro livro-chamada à realidade foi O Diário de Anne Frank, li aos onze anos e reli em diversos pontos de minha vida pelas preciosas lições que me trouxe. Foi um presente de meu pai.

‘O Diário de Anne Frank’, publicado originalmente em 1947, se tornou um dos relatos mais impressionantes das atrocidades e horrores cometidos contra os judeus durante a Segunda Guerra Mundial. A força da narrativa desta adolescente — que mesmo com sua pouca experiência de vida foi capaz de escrever um testemunho de humanidade e tolerância — a tornaria uma das figuras mais conhecidas do século XX. Agora, seis décadas após ter sido escrito, o diário é finalmente publicado na íntegra. A nova edição traz um caderno de fotos, além de vários trechos inéditos.
O livro reconstrói os tensos anos em que a família Frank viveu em Frankfurt, em clima de total anti-semitismo, a fuga da Alemanha e a vida no esconderijo, em Amsterdam. Com fotos e cartas inéditas obtidas junto a parentes e amigos, esta edição finalmente revela mais sobre a jovem Anne Frank, sobre sua família, o ambiente social em que ela cresceu, sua vida antes e depois da fuga e sobre seus últimos setes meses de vida — depois de ter sido traída, capturada pelos nazistas e enviada a um campo de concentração.
Conhecido em todo o mundo através do teatro, adaptações para televisão e traduções,’O Diário de Anne Frank’, incrível documento humano, continua a chocar e a emocionar. Ele assinala passagens de uma vida insólita, problemas da transformação da menina em mulher, o despertar do amor, a fé inabalável na religião e, principalmente, revela a nobreza fora do comum de um espírito amadurecido no sofrimento.
‘O Diário de Anne Frank’ é um retrato da menina por trás do mito. Um livro que aprofunda e aumenta nossa compreensão da vida e da personalidade de um dos fortes símbolos da luta contra a opressão e a injustiça. Uma obra que deve ser lida por todos, para evitar que barbaridades dessa natureza voltem a acontecer neste mundo.

O segundo livro foi O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry, presente de minha mãe e que é um querido para citações por expressar tantas inquietações e questionamentos básicos.

Um piloto cai com seu avião no deserto e ali encontra uma criança loura e frágil. Ela diz ter vindo de um pequeno planeta distante. E ali, na convivência com o piloto perdido, os dois repensam os seus valores e encontram o sentido da vida.
Com essa história mágica, sensível, comovente, às vezes triste, e só aparentemente infantil, o escritor francês Antoine de Saint-Exupéry criou há 70 anos um dos maiores clássicos da literatura universal. Não há adulto que não se comova ao se lembrar de quando o leu quando criança.
Trata-se da maior obra existencialista do século XX, segundo Martin Heidegger. Livro mais traduzido da história, depois do Alcorão e da Bíblia, ele agora chega ao Brasil em nova edição, completa, com a tradução de Frei Betto e enriquecida com um caderno ilustrado sobre a obra e a curta e trágica vida do autor.

O terceiro livro foi Vinte Mil Léguas Submarinas, de Júlio Verne, que marcou minha paixão pela aventura e pelo desconhecido.

Um misterioso monstro vem assombrando os oceanos. Destruindo navios e matando seua tripulantes. Publicado originalmente em 1870, Vinte mil léguas submarinas é um exemplo clássico da visão e da imaginação de Júlio Verne. O pioneirismo de sua escrita fez com que fosse reconhecido como o pai da ficção científica.

Finalmente o quarto livro dessa fase foi Assassinato no Expresso Oriente, de Agatha Christie que foi o primeiro do gênero e que me fez uma aficionada pela arte e paixão de escrever…

Viajando no luxuoso Expresso do Oriente, Hercule Poirot é abordado por Ratchett, um americano desesperado que teme pela própria vida. Efetivamente o pior acontece, e o sujeito é encontrado morto com 12 facadas em sua cabine. Então, o famoso detetive belga precisa pôr sua massa cinzenta para funcionar a fim de reunir as pistas que o levarão ao assassino. No fim, uma surpresa: depois de se debruçar sobre uma complicada trama que envolve mentiras e falsos indícios, Poirot apresenta não uma, mas duas geniais soluções para o crime.

Mas essa é só a ponta do Iceberg do meu oceano de leituras!!!

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Publicado às 02/01/2016 por em Literatura e marcado , .
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#harrypotter #harrypotter20 #harrypotter20thanniversary #harrypotter20 Li os dois primeiros e amei! Aguardando ansiosamente pelo terceiro!!!!! Mais livros por favor!
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