Cinderelas Literárias

Mulheres espalhadas pelo Brasil, que amam livros principalmente…

Resenha: Sr. G e Entrevista com a autora Sue Hecker

Por Débora.

12189904_1653960234875959_2804797450807207897_nSinopse:

Patrícia, mulher convicta das suas verdades, caminha pela vida como uma guerreira. Tem um objetivo a ser alcançado, dele não abrindo mão nem por sua felicidade, que fica em segundo plano. Ela tem um grande amigo, seu companheiro e confidente, com o qual mantém um relacionamento que é uma espécie de simbiose entre ambos. Seu desejo é de que algum dia um homem entenda e conheça essa ligação e conquiste a ambos, de maneira a compartilharem todos juntos uma maior intimidade. Para alguns, isto parece uma loucura, mas para ela será o seu nirvana, a chave para a felicidade. Houve apenas um único homem a quase ter sucesso em alcançar essa comunhão, porém, o acaso e a vida fizeram que houvesse um desencontro em seus destinos, unindo-os novamente apenas dois anos após o primeiro encontro. Será esse homem, que a considera uma quimera e fruto da sua imaginação, capaz de realizar seus desejos aparentemente improváveis e fazer o que nunca homem algum conseguiu: chegar mais próximo do seu coração?

Resenha:

Uma mulher linda, divertida, sexy, com uma língua afiada, focada em sua carreira e totalmente comprometida com sua família, pais e irmão, para quem sempre manda dinheiro, por isso era importante que tivesse sucesso em seu negócio. Quanto à sua vida social, Patrícia estava muito bem obrigada. Tinha um relacionamento de amor e ódio com o Sr. G, o que as vezes era frustrante, já que ele a queria somente para ele e quando ela resolvia ter encontros com seus “boy magia” ele simplesmente sumia, por isso ela quase sempre não se importava em procurar um homem que a satisfizesse, preferia ficar sozinha com o Sr. G. Sua amiga e sócia, Babby, vivia dizendo que ela precisava se apaixonar, e deixar de descartar os homens por qualquer motivo, mas isso era justamente a última coisa que Patrícia queria. Cruz, credo! Vá de reto! Depender de um homem, ser suscetível à ele, sofrer? Nananinanão. Preferia ser independente, pegar um boy magia quando sentisse necessidade de um corpo quente para fazer sexo, não que fosse gozar, apesar de eles tentarem muito, muito mesmo, ela nunca conseguia chegar lá, exceto quando estava só ela e o Sr. G. Não, espera! Teve uma noite, e que noite! Carlos Tavares Júnior, ex playboy inconsequente, agora era um responsável homem de negócios, já teve mulheres, muitas delas, mas por ter desejos peculiares, e sem tempo para dedicar a uma “menina”, como gosta de chamá-las, não mantém nenhum relacionamento, ocasionalmente, quando sente necessidade, liga para uma delas, que o conhecem e compartilham suas práticas sexuais,  pois ele é um Dom, e sempre é atendido. Dominador e possessivo, ele exige a entrega total de sua parceira, sempre dentro das regras do BDSM, não aquele BDSM que as pessoas julgam conhecer e se dizem ser adeptas, não, ele estudou e se atenta sempre às necessidades, limites e segurança de sua parceira. Por ter essa personalidade forte e gostos diferenciados, Carlos ainda não encontrou a mulher que será seu tudo, pois sabe que será assim ao encontrá-la, até aquela noite. Esta noite, uma única noite, foi o suficiente para balançar o mundo de Patrícia e Carlos. Pela primeira vez ela conseguiu se sentir totalmente realizada. Foi intenso, desnorteante, avassalador e uma armadilha, pois ela poderia ficar viciada naquilo, nele, então daria brecha à paixão, e esse era um motivo bem forte para fugir, o que ela fez tão logo conseguiu se afastar de perto daquele homem, e que homem! Só que por causa dessa noite histórica o Sr. G resolveu negar-lhes o prazer que sempre tiveram e volta e meia ainda lhe lembrava de Carlos. Este, por sua vez, teve seu lado caçador despertado com a fuga de sua quimera, apelido que deu à deusa que lhe proporcionou a melhor noite de sua vida. Ele a encontraria e quando encontrasse não a deixaria fugir como desta vez, mas por hora, sem tempo a dedicar a um relacionamento nos moldes que desejava, esperaria que ela aparecesse, o que tinha certeza que aconteceria. Ocorre que Carlos é um dominante, era assim que preferia que seus relacionamentos fossem, utilizando várias técnicas do BDSM, e moldar uma submissa seria ótimo, cada segundo de entrega dela, caso aceitasse os termos propostos, seria o último céu. Para Patrícia isso poderia ser um problema, já que conviveu com violência doméstica e algumas coisas não só a desestimulavam, criavam-lhe pânico e ela nunca aceitaria uma relação desse tipo. Ela seria realmente uma montanha a ser escalada caso Carlos tivesse intenção de chegar ao seu topo.

Sue Hecker teve a preocupação de ao longo do livro, esclarecer algumas dúvidas mais comuns sobre o BDSM, enfatizando um dos maiores preconceitos existentes nessa prática que é a punição, que muitos podem confundir com violência domestica ou sadomasoquismo. Aliás, o livro não é de BDSM. Através de Carlos e Patrícia, ela conta uma história sobre pessoas que conviveram com dor, traição, mentiras, agressões físicas, espancamento, assassinato, traumas, drogas, baixa auto-estima, mas sobretudo ela fala de superação, amor, laços familiares, segundas chances, luta, garra, incentivo, amor ao próximo, doação, liberação sexual. O livro tem muitas cenas de sexo, que não tiram o mérito da mensagem que a autora quis passar ou do romance que tenta florescer em meio a tantos problemas, mostrando-nos como seus personagens tentaram superá-los, trazendo talvez mais luz a quem necessita dos muitos conselhos que permeiam essa história. Outra abordagem é sobre o orgasmo feminino. Apesar de estarmos há várias décadas vivendo nossa liberdade sexual, conquistada a duras penas, muitas mulheres não conhecem seu corpo, não sabem se dar prazer, nem fazer com que seus parceiros as ajudem a alcançar o clímax. Vários fatores contribuem para que isso ocorra, vergonha, religiosidade, criação familiar, dentre outros, e o Sr. G, sem pedir licença, apresenta diversas formas de se chegar ao orgasmo.

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Entrevista com a autora Sue Hecker

Debora: Como você tem percebido a aceitação do Sr. G pelas leitoras?
Sue: Claro que, O  Lado Bom de ser Traída, que foi meu primeiro trabalho, teve 7 milhões de leituras, uma aceitação estrondosa no Wattpad onde eu conheci pessoas maravilhosas com as quais estou até hoje. O Sr.  G seguiu junto, um trabalho chamou o outro, você vai conquistando o seu espaço e O Sr.  G conquistou muita gente.  Tenho recebido todos os dias mensagens de leitoras que me procuram. Agora estou em um novo trabalho com O Tutor,  é uma sequência e quem se identifica com a minha escrita acabou virando leitora. O difícil é conquistar um novo leitor,  fazer com que conheçam o seu trabalho, uns gostam outros não,  mas a aceitação tem sido ótima, a tiragem que eu fiz do livro físico está esgotada. Então acho que está em um bom caminho. Eu tenho aprendido muito, eu estudo muito sobre as histórias que eu escrevo. Costumo pesquisar, por exemplo, em Um Lado Bom de ser Traida, eu abordei um assunto sobre encefalia,  pesquisei muito sobre todos os tipos de traição, porque o livro não é só sobre a traição conjugal é sobre a traição de sociedade, amizade, enfim. E O Sr.  G eu estudei muito e tive ajuda de grandes amigos do BDSM, porque eu queria passar a essência,  qual era o porquê de ser um dominador, porque ser uma submissa, o que envolvia. Eu não abordei nenhuma prática do BDSM, mas eu falei muito sobre o assunto e agora em O Tutor eu estou escrevendo sobre autoflagelação, sobre o toque, sobre os transtornos que as pessoas têm, e que elas se autoflagelam por isso, que elas se punem por isso,  enfim,  em cada livro eu gosto de passar uma mensagem.

Débora: No livro fala sobre a massagem tântrica, você só pesquisou ou chegou a experimentar?
Sue: Eu fiz com uma profissional não muito experiente e foi ótimo, mas muito leitores fizeram com profissionais do Centro Metamorfose e se realizaram.

Débora : O livro é bem longo, quanto tempo você levou para escrevê-lo?
Sue: Eu demorei 7 meses pra escrever O Lado Bom de Ser Traída, e, paralelamente, fiquei pesquisando e procurando dominadores e submissas desde 2014, até que eu conheci duas amigas que me apresentaram um amigo super legal, que me ajudou muito e como consequência conheci a Tarja, que é uma submissa do “Face”, mas eu não acredito muito em dominadores do Facebook, porém como ela colocava o rosto dela, eu acreditei nela e acabei conhecendo o Andrew, que é dominador dela, e que me explicou muita coisa que eu escrevi no livro.

Débora : Você se preocupa bastante em salientar a diferença entre punição dentro do BDSM e agressão física, teve algum motivo específico? Como alguém próximo ter  vivenciado?
Sue: Não, eu não tive ninguém próximo,  mas aprendi muito, eles sempre frisaram muito essa diferença,  aí eu fui pra Internet pesquisar sobre relatos de agressão física,  qual é a diferença, porque inicialmente eu achava que tinha alguma associação em uma mente doentia e realmente existem as pessoas que gostam de apanhar porque são “ mulher de malandro” e aqueles que batem de verdade, que é o homem que maltrata a mulher, enfim.  Na verdade, o principal ponto do dominador é a carência. Ele é uma pessoa muito carente, e ele quer total atenção da sua submissa. E isso é bem presente, eu consegui detectar com todos eles. Já sobre a agressão física, eu procurei relatos no YouTube, perguntei sobre as diferenças. Porque eles tinham amigos que já viram coisas e submissas que já foram procurar eles que já haviam passado por maus tratos, já haviam apanhado em outros relacionamentos. Então foi uma junção de pesquisas.
Débora : Você se dedica unicamente a escrita ou exerce outra profissão?
Sue: Eu trabalho. Sou representante comercial, tenho uma distribuidora de acessórios infantis. Viajo o dia inteiro, cuido da minha casa, não tenho secretária do lar, tenho filho, tenho marido.  Então eu tenho que me virar com tudo isso, quase nunca tenho tempo pra escrever, mas meu sonho é me dedicar à escrita, quem sabe um dia isso aconteça.

Débora: Você é casada! Como o seu marido lida com a parte erótica do seu trabalho?
Sue: Sim, eu sou casada há 16 anos e meu marido lida super bem com isso, ele não tem ciúmes do livro, sabe que eu escrevo hot, sabe que eu faço pesquisas,  que eu olho, que eu xereto,  eu acho que tem que ter a confiança, né! Eu estou praticamente sempre com ele, nunca estou longe dele, ele me viu escrevendo,  ele me viu pesquisando, ele me viu conversando,  ele me viu falando besteira com as meninas. Ele levou isso muito pro profissional, não tem aquele pensamento de que eu estou fazendo por safadeza ou por traição, de que eu estou em busca de alguém na internet, não,  ele é super tranquilo quanto a isso. Fico até surpresa por ele aceitar assim numa boa, nós nunca discutimos por isso e ele nunca me falou nada, já o meu filho tem total ciúmes.

Débora: Existe contato com alguma Editora para lançar o físico?
Sue: O Lado Bom de Ser Traída foi lançado pela editora Bess, tanto livro físico como o e-book e daí na verdade eu rescindi o contrato com eles em dezembro,  então agora vou estar publicando ele de forma independente, na Amazon fazendo a tiragem. O Sr.  G eu recebi algumas propostas, porém, mediante o meu último contrato, eu optei por fazer uma publicação independente. Mas estou conversando com uma editora pra fazer uma distribuição de nível nacional, é um trabalho formiguinha, estamos namorando, há possibilidade.

Débora: Agradeço por você ser acessível e por responder as minhas perguntas.
Sue: Eu fico tão agradecida quanto você! Nós todos somos iguais. Eu costumo dizer que nascemos todos autores, a diferença é que alguns colocam no papel suas histórias e outros não, mas na vida todo mundo é igual, cada uma com seu propósito, cada uma com seu caminho, somos todas guerreiras, trabalhadoras, acho que isso que é o mais importante, sabe, não ter diferença. Eu publiquei dois livros, mas isso não me difere de ninguém, eu trabalho, acordo cedo todo dia, sou como todo mundo.  Sou super acessível, fico contente por ter alguém apoiando o meu trabalho, fazendo uma resenha, isso é muito bom!

 

Ficha Técnica:

Título: Sr. G

Autora: Sue Hecker

Publicação Independente

Páginas: 733

Gênero: Romance Erótico

Link da Amazon para o livro Aqui!

 

 

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32 comentários em “Resenha: Sr. G e Entrevista com a autora Sue Hecker

  1. Sue Hecker
    28/01/2016

    Foi delicioso nosso bate papo… Obrigada pelo carinho, apoio e parceria…Adorei…
    Quando comecei a escrever esta história, minha intenção era a de conseguir colocar em palavras o que entendo ser a verdadeira conquista, que não deve ser feita com base em regras e imposições predefinidas, mas significando algo que vai sendo construído ao longo das interações entre os envolvidos. Tive grandes professores e uma participação ímpar da pessoa que preferiu ser nomeada como Patrícia Alencar Rochetty, a qual, mesmo inicialmente relutante e cheia de objeções, acabou rendendo-se aos meus insistentes pedidos de colaboração.
    E, antes que me perguntem, já respondo que não, minha história não foi baseada na vida dessa pessoa, que fez questão de que eu deixasse claro que o mérito, palavra que ela pediu-me para usar, pela criação da história é todo meu, tendo ela, novamente usando as palavras que me pediu, APENAS colaborado com seus conhecimentos e experiência ao “betar” o Sr. G. Realizamos muitas pesquisas relacionadas à violência doméstica e suas consequências tanto físicas quanto psicológicas, cujos dados e estatísticas optamos por não incluir para não tornar a obra ainda mais extensa e porque essas informações são bastante acessíveis quando se tem interesse em pesquisar o assunto.
    Também foram feitas profundas e incansáveis pesquisas com dominadores e submissas que, gentil e desinteressadamente, se colocaram à disposição para me ajudar a entender o universo BDSM, a fim de que, ao montar o perfil do personagem masculino, este não fosse visto e entendido como um dominador característico do mundo BDSM, porque não era de acordo com essas especificidades que queria caracterizá-lo, já que não pretendia escrever uma história de temática BDSM, mesmo porque isso seria incompatível com o perfil da personagem feminina.
    De qualquer maneira, o que quero destacar é que este não é um romance BDSM, mas, sim, uma história que pretende mostrar que, acima de qualquer convenção ou estereótipo, está o amor que luta para transpor quaisquer barreiras e traumas para se realizar e prevalecer, inclusive possibilitando a felicidade àqueles que nunca imaginaram tê-la como parte de um casal. Espero que tenha tido sucesso em meu intento.
    Finalmente, informo que o e-book disponível para compra na Amazon e a versão impressacontêm um epílogo que não foi postado na plataforma Wattpad, bem como o ponto de vista do personagem masculino principal a respeito do primeiro encontro do casal, nos quais os leitores poderão ter um pouquinho mais das aventuras e peripécias desse instigante trio formado por Patrícia Alencar Rochetty, Carlos Tavares Junior e o impertinente e únicoSr. G.
    Um surto de beijos.

    Curtido por 2 pessoas

    • Débora
      28/01/2016

      Amei a contribuição e agradeço de coração, por tê-la compartilhado com nossos leitores.
      Ela não é um amor?
      Eu acho!

      Curtido por 1 pessoa

  2. Kuka Abranches Penna
    28/01/2016

    O que dizer deste livro da Sue Hecker…espetacular. Uma historia alegre, divertida, romantica e aborda com muita perspicácia o BDMS, deixando claro que este não é o assunto do livro. Um casal especial Patricia e Carlos Tavares Junior. Ri, emocionei, sofri e aaaaamei.,tks.

    Curtido por 2 pessoas

    • Débora
      01/02/2016

      Obrigada por sua contribuição. E o casal realmente deu muito certo, parece até que foram escritos um para o outro, ops, no ditado é “nascidos”, rsss, que confusão que fiz.

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  3. Michele
    28/01/2016

    Nossa a resenha ficou MARAVILHOSA!!
    Amei a entrevista com a Sue.

    Curtido por 2 pessoas

    • Débora
      01/02/2016

      Que bom que gostou, obrigada por deixar sua opinião.

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  4. Nathália Karolline
    28/01/2016

    Maravilhosa resenha! ❤
    Entrevista surpreende, Sue sou sua fã!
    Parabéns ao blog! Ficou perfeito!
    Beijocas…

    Curtido por 2 pessoas

    • Débora
      01/02/2016

      Obrigada, também gostei de ter feito a entrevista.

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  5. Daniela
    28/01/2016

    A resenha ficou maravilhosa!
    O Sr.G é de facto uma excelente história, faz-nos rir (com as loucuras da Patty), faz-nos emocionar…. A vida da Patrícia foi complicada mas o apoio que o Carlos lhe deu foi maravilhoso, assim como a capacidade de superação e cedência da Patrícia a novas emoções e novas descobertas.
    A autora está de parabéns! Dois livros maravilhosos!

    Curtido por 1 pessoa

  6. taiana
    28/01/2016

    Foi um livro onde ela conseguiu mostrar os receios, traumas e curiosidades da personagem principal do livro a patty. E foi mto bem escrito. Parabéns

    Curtido por 1 pessoa

  7. VERTANIA MIRTES
    28/01/2016

    Se ela é um amor Débora? Ela é 100% um amor!!!!

    Amei o Sr.G! Um livro totalmente envolvente! O tempo todo fui surpreendida e é isso que gosto dos livros da Sue. Ela consegue me surpreender o tempo todo, além de ser super carinhosa e dedicada às leitoras que a acompanham.

    Adorei a entrevista!
    Parabéns meninas!

    Curtido por 1 pessoa

  8. Lívia
    28/01/2016

    Gente sou suspeita para falar porque amo os livros da Sue, comecei a acompanhá-la em O Lado Bom de ser Traída e ficava louca para ela postar os capítulos e o mesmo com o Senho G, amo demais esse livro, e o jeito que a Sue trata dos temas do seu livro, o jeito delicado e as pesquisas que faz para não escrever besteiras, acho o máximo. Parabéns Sue vc merece tudo de bom Nega, Beijos,

    Curtido por 1 pessoa

  9. Juliana
    28/01/2016

    O livro é ótimo e a escritora e fantástica.

    Curtido por 1 pessoa

  10. evelise
    28/01/2016

    O que falar do livro SE
    simplesmente o melhor livro romance erótico que li….com conteúdo de BDSM
    em detalhes…perfeito
    Sue Hecker essa menina vai longe

    Curtido por 1 pessoa

  11. Nátila M. P P.
    28/01/2016

    Impressionadaaaa! Resenha fantástica e entrevista suave como uma conversa! Realmente, Débora, ela é uma fofa. Sempre digo: “Parabéns!” Falo sempre em um contexto geral, pois o simples fato de dedicarem tempo a resenharem os livros que amamos e que amaremos já é um grande feito, mas agora dedico uma verdadeira ovação. Sou fã das cidenrelas e agora da Sue. (já fiquei íntima).kkkk

    Curtido por 1 pessoa

  12. Adorei a entrevista e a resenha. Maravilhosos. Parabens ao site e a Sue sempre linda.

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  13. Miriam
    28/01/2016

    Entrevista maravilhosa, amo os livros da Sue suas história sempre nos cativando.

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  14. Michele Nascimento
    28/01/2016

    A escrita da Sue é apaixonante. Ela pode até dizer que não conquista novos leitores facilmente mas os que cativa ficam pra sempre.

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  15. Cristina Tanaka
    28/01/2016

    A autora Sue Hecker chegou “de mansinho” escrevendo na plataforma wattpad e em sua primeira incursão no mundo da literatura conquistou milhares de leitoras. Esse “boom” literário foi mérito de seu grande talento e comprometimento. O que ficou mais uma vez claro em “Sr. G”. Em um único capítulo, a Sue consegue nos fazer rir, chorar e refletir; transformando cada capítulo em verdadeira jóia rara. Ler seus romances é um verdadeiro presente.

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  16. Elisangela
    28/01/2016

    Sue Hecker seu livro é lindo a estória é perfeita. A entrevista mostra que escritora meiga que você é. A resenha é otima

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  17. Ana Isy
    28/01/2016

    Há algumas “horas” não comentava. Vi apenas o título da resenha e tratei de providenciar o acréscimo em minha “estante”. Estava eu entrelaçada lá pela página 53 quando vi o blog novamente. Nunca tinha visto tantos comentários e fiquei curiosa. Não é atoa! Resenha e entrevista maravilhosas!! Vocês praticam algo comum com qualidade superior. Já vi sites com proposta parecida com qualidade inferior. Vocês arrasam!!

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  18. Nina Reis
    28/01/2016

    Sue Hecker é uma autora intuitiva, que não se isenta de correr riscos e essa mistura nos trás histórias profundas e deliciosas. O Lado Bom de Ser Traída e Sr. G, assim como O Tutor, são histórias surpreendentes.
    Sue Hecker mais uma vez parabéns por seu talento.
    Parabéns ao Blog pela resenha e entrevista, ficaram lindas!
    Beijos

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  19. Leda Maria
    28/01/2016

    Dizer o que sobre esse maravilhoso livro do começo ao fim ele é simplesmente magnífico

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  20. Aldeni Lopes
    28/01/2016

    A Sue arrasa sempre! Sou apaixonada por seus livros, além de tudo é um amor de pessoa e muito atenciosa com suas leitoras. Parabéns pela resenha e entrevista.

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  21. Dee Ross
    28/01/2016

    Adoro todos os seus livros simplesmente fantástica a entrevista e a resenha . Parabéns .

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  22. Diana Esther
    29/01/2016

    Resenha encantadora! Sue é realmente diferenciada, assim como o blog das cinderelas. O Sr. G é adorável, desenvolve-se de forma graciosa e envolvente. Mudaria alguns termos, trocaria algumas frutas…
    Rsrsrs. Brincadeira! Me diverti muito com a leitura!

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  23. Karen Alessandra
    29/01/2016

    Esse com toda a certeza é dos melhores livros que já li… uma história cativante, maravilhosa e que prende o leitor da primeira à última página. Novamente meus parabéns à talentosíssima Sue Hecker por esse belo livro.

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  24. Miriam
    29/01/2016

    Entrevista maravilhosa, seu talento e incrível sou sua fã, te admiro muito suas história são inspiradora e nos faz refletir.

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  25. sara
    29/01/2016

    Adoro ler romances para mim um bom romance tem de ter muito amor, suspense, drama e acção, os seus romances têm tudo isso e mais ainda. Amei cada capítulo, cada personagem, cada detalhe da história… Sinceramente adoro a sua forma de escrever e queria dar-lhe os parabéns por ser tão boa escritora… Fiquei fã desde “O lado bom de ser traída” que descobri por acaso num grupo do facebook e desde aí nunca mais parei de seguir tudo o que a Sue escreve, adoro e recomendo…

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  26. Elizabeth Benedita
    29/01/2016

    Mr. G é fantástico! Fala um pouco de mim, mas acredito que fala um pouco de todas nós. Receios, desejos, segredos, sonhos, mas sempre esperando aquele ou aquela que irá abalar a suas estruturas. As vezes aparece e fugimos (não importa o motivo), mas mesmo sem reencontros tangíveis as memórias (boas ou ruins) e as sensações trazem tudo de volta. De forma avassaladora! Resenha sincera e conectada, muito boa. Sue, você é Mil!!

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  27. Ana Isy
    01/02/2016

    Terminei!! O “boom” de comentários e tão boas referências me fez dedicar um tempo que está cada vez mais escasso para a conclusão do Sr. G. Li parecendo que procurava alguma coisa ou talvez alguém (não vou aqui falar de minha vida pessoal rsrsrs) e isso fez com que a leitura fosse bem rápida e agradável. Gostei muito de tudo!!
    Por “culpa” de vocês já fugi um pouco de minhas rotinas e li “Uma Curva no Tempo” e agora o “Sr. G”. Vou aqui me “confessar”: nenhum deles é meu tipo de leitura, mas ambos foram boas experiências. Normalmente leio livros por curiosidade de “cinéfila” que sou. Ou assisti ao filme e fiquei curiosa com o livro ou li o livro por saber que estão planejando um filme. Fico desenhando roteiros em minha cabeça! Coisa de gente doida! Não é de se admirar de uma pessoa que tem em “Dom Quixote” seu livro preferido rsrsrs. (não vou nem falar de meu filme preferido kkkk).
    Esse monte de texto é pra dizer que se não parar de ler as cinderelas irei ler em 2016 mais livros que em toda última década de minha vida. Kkkkk. Então, eu, Ana Isy – não que faça falta – estarei parando de dar um “tapinha” por aqui, até terminar minhas obrigações acadêmicas. Nada que não atualize em poucos meses. Obrigada!! ISY

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    • Mariana
      02/02/2016

      Obrigada por nos acompanhar e não desapareça por muito tempo, heim?

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Publicado às 28/01/2016 por em Literatura e marcado , , , .
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